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	<title>Stilo Magazine &#187; Stilo Adventure</title>
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	<description>Stilo Magazine</description>
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		<title>Stilo Adventure: Off Road</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 19:45:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>feervilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stilo Adventure]]></category>

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		<description><![CDATA[
por Rafael Gouvea
História Do Jeep 
Meios de locomoção de soldados durante a Segunda Guerra mundial, os jipes foram criados justamente para facilitar travessias em lama, erosões, picadas e outros trechos de acesso mais complicado e que um carro normal não passaria com a mesma facilidade.

Os jipes antigos, hoje objeto de muitos colecionadores, já agregavam tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-170" src="http://www.stilomagazine.com.br/stilo/wp-content/uploads/foto1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></p>
<p>por Rafael Gouvea</p>
<p><strong>História Do Jeep </strong></p>
<p>Meios de locomoção de soldados durante a Segunda Guerra mundial, os jipes foram criados justamente para facilitar travessias em lama, erosões, picadas e outros trechos de acesso mais complicado e que um carro normal não passaria com a mesma facilidade.</p>
<p><span id="more-169"></span><br />
Os jipes antigos, hoje objeto de muitos colecionadores, já agregavam tecnologia para o todo-terreno. O primeiro foi fabricado para o Exército americano, em 1941. Em 1942, a fábrica Willy, que fazia os carros para o governo, lançou a marca “Jeep”. Acredita-se que a pronúncia veio da sigla <strong>G.P</strong> (pronuncia-se <strong>gee</strong> <strong>pee</strong>), de General Purpose.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-171" src="http://www.stilomagazine.com.br/stilo/wp-content/uploads/foto6-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></p>
<p><strong>Tipos de Rally</strong></p>
<p>Existem basicamente dois tipos de rally: o de velocidade e o de regularidade.</p>
<p>Há ainda competições, como o rally dos sertões e o rally Granada/Dakar, que apesar de utilizarem a expressão &#8220;rally&#8221;, as provas, os regulamentos e o desenrolar das corridas são diferentes do rally de velocidade.</p>
<p><strong>Rally de Regularidade.</strong></p>
<p>O Rally de Regularidade é uma &#8220;prova em estradas abertas à circulação normal, com trechos de médias impostas, sempre em obdiência ao Código Nacional de Trânsito&#8221;.</p>
<p>Mais precisamente, o Rally de Regularidade é uma competição na qual os participantes devem percorrer determinados trechos em velocidades ou tempos pré-estabelecidos. Vence quem conseguir manter a média.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-174" src="http://www.stilomagazine.com.br/stilo/wp-content/uploads/foto12-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></p>
<p><strong>Rally de Velocidade.</strong></p>
<p>Rally de Velocidade é uma &#8220;prova de velocidade livre em estrada, rua ou circuito, que se desenrola sobre trechos previamente determinados e totalmente fechados à circulação normal&#8221;.</p>
<p>Vence a corrida a dupla que em sua categoria somar o menor tempo computando os dos trajetos com o das penalidades.</p>
<p><strong>Como foi que você conheceu a modalidade?</strong></p>
<p>Morar na capital das trilhas torna praticamente impossível não ter um contato com o off Road. Comecei com uma moto velha, depois um quadriciclo, até que fui convidado por um amigo pra fazer uma trilha em um jipe. Foi uma trilha de sete quilômetros e depois de 20 horas de muita lama, puxa de lá, puxa de cá, foi amor ao primeiro passeio! Então comprei meu primeiro jipe, um Troller, e me dediquei em tempo integral. Das trilhas fui para o rally de velocidade onde conquistei o meu primeiro campeonato mineiro. Há algum tempo criei uma novidade para o mercado; a Estrada Real Adventure, uma empresa de turismo off Road, onde possibilito os amantes de off Road, que ainda não tem seu primeiro jipe, a ter um contato com essa diversão sem limites e a também com a natureza exuberante de nossa região.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-176" src="http://www.stilomagazine.com.br/stilo/wp-content/uploads/rafa2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p><strong>O que você aconselha para quem quer começar?</strong></p>
<p>Para os iniciantes digo que sempre o mais importante é segurança, resgate, água e comida. Sempre andar com outro veiculo e usar cinto de segurança, ter sempre em mãos equipamentos para resgate tipo cintas, manilhas, uma PA ou xibanca, sempre ter roupas apropriadas, lanterna, água e comida, pois nunca se sabe hora que vai acabar a aventura. Se possível, fazer um curso especializado em  técnicas Off Road, pois pode evitar muito as quebras e garantir a segurança durante a pratica de manobras especificas.</p>
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		<title>Stilo Adventure</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Aug 2009 14:25:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Stilo Adventure]]></category>

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		<description><![CDATA[O aventureiro da paz Rodrigo Fiúza finalmente termina a sua jornada. Confira abaixo a chega à Nova York
Depois de percorrer a Europa e a Ásia em cima de uma pequena Lander 250 cc encontrei muita burocracia para enviar a moto da Coréia para a América. Mas finalmente chego a última parada da expedição. O Alaska, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O aventureiro da paz <strong>Rodrigo Fiúza</strong> finalmente termina a sua jornada. Confira abaixo a chega à Nova York</p>
<p>Depois de percorrer a Europa e a Ásia em cima de uma pequena Lander 250 cc encontrei muita burocracia para enviar a moto da Coréia para a América. Mas finalmente chego a última parada da expedição. O Alaska, conhecido como a Última Fronteira, é a última parte dos Estados Unidos depois do Canadá, não havendo nada mais acima.</p>
<p>Depois de Anchorage, capital do Alaska, a estrada se torna muito deserta com poucas cidades e uma natureza exuberante.  Aqui você se sente impotente tamanha a força da mãe natureza.  A toda hora animais cruzam a pista.  <span id="more-13"></span>No norte Canadá e no Alaska as estradas são mal conservadas principalmente devido às condições climáticas.  Apenas durante julho e agosto é que se tornam trafegáveis. Durante o resto do ano são cobertas por gelo.</p>
<p>Meu destino agora são as Montanhas Rochosas, no Canadá.  Uma das regiões com a maior densidade populacional de ursos do mundo.  A qualquer instante poderei cruzar com esse temido animal pela estrada. Já escutei por aqui diversos casos de ataques e encontros inesperados.</p>
<p>Depois de atravessar o Canadá chego a Seattle. Agora são só 5,6 mil Km que me separam de meu destino final e de um sonho realizado.  O mais impressionante é que neste tipo de viagem ficamos um pouco fora da realidade.  Imagina pensar que 5 mil km é uma distância curta?  É como ir de São Paulo a Buenos Aires e voltar.  Pensando bem, prefiro continuar pensando assim, pois dessa forma torno prazerosos meus últimos km de estradas e vou deixando para trás continentes, países e uma longa história de um brasileiro em sua volta pelo mundo.</p>
<p>A saudade está batendo e agora já sinto o cheiro de meu Brasil. As forças já não são mais as mesmas como eram no início do projeto. Larguei do parque Yellow Stone, atravessei 3 estados.  Em South Dakota, a 140 km da cidade de Rappid City, parei em um abastecimento e ouvi um barulho estranho saindo do motor da minha moto. Já havia notado que ela tinha perdido um pouco do rendimento. O barulho parecia trincar no motor e não sabia que decisão tomar. Porém não tinha muita opção. Tinha que chegar a primeira cidade para ver o que estava acontecendo.</p>
<p>Impressionante o tanto que uma viagem como essa nos reserva surpresas. Achei que este último percurso, com estradas boas seria para mim uma comemoração por tudo que havia passado.  Me bateu um abatimento muito grande e a primeira coisa que veio a minha cabeça foi algo do tipo “poxa, depois de tudo o que passei porque isso está acontecendo a somente 2500 km de NY?”. Tive que pensar rápido e pilotando a uma media de 40 km por hora,  percorri os 140 km até Rapid City,  cheguei na cidade a noite,  tudo estava fechado.</p>
<p>Depois de uma noite preocupado á estava de pé às 7h30.  Procurei uma concessionária e o defeito foi detectado na parte do Chain Claim da moto.   Porém a peça que preciso não existe aqui nos EUA. Fizemos uns ajustes e colocamos um reforço no óleo. Não pudemos fazer mais nada.</p>
<p>Os últimos km até NY foram tensos e depois de 3 dias, uma emoção muito grande tomou conta de mim. A placa na estrada anunciava New York a apenas 137 milhas.  Sentia que estava perto de realizar um sonho.  Depois de meses  estava perto do final.</p>
<p>Às 13 horas do dia 31 de agosto chego à cidade, quebrando o recorde mundial de volta ao mundo mais rápida já feita de moto.  Um dia para ficar na história da aventura brasileira.</p>
<p>Nas ruas de NY  tento me aproximar do maior evento que já havia presenciado: o Brasilian Day.  Assim que cheguei à rua Little Brasil ouvi o barulho das bandas. Foi uma grande emoção rever alguns amigos e com aquele sentimento de lição de casa feita, pois havia chegado no dia e hora programados. A apresentadora do evento chama por mim.  Me dirijo ao palco do evento e já com o microfone na mão , meus olhos se enchem de lágrimas. Não contive a emoção de estar frente a frente com mais de um milhão de pessoas.  Comecei meu discurso falando que há três meses largava para um teste de fogo que não sabia qual seria o fim. Terminei minhas palavras emocionado ao ver milhões de pessoas me aplaudindo por eu ter conquistado tamanho feito para o Brasil.</p>
<p>Viajar o planeta de moto exige muita dedicação, raça e força de vontade.  E como diz o lema da Transiberiana “alguns no mundo tentam atravessá-la, a maioria desiste e poucos chegam ao final”. Graças a Deus e ao carinho do povo brasileiro aqui estou eu para contar as histórias de uma longa caminhada pelo mundo em duas rodas.</p>
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